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Verão Sem Mosquito: intensificas as inspeções e ações de controle para a Festa de Iemanjá

  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

Foto e texto: Ascom SMS
Foto e texto: Ascom SMS

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador, intensificou as atividades de vigilância e controle vetorial nos locais que receberão grande fluxo de pessoas durante a Festa de Iemanjá. As ações seguem até a próxima sexta-feira (30) e têm como objetivo a prevenção das arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, no âmbito do Plano Verão Sem Mosquito.


Agentes de combate às endemias realizam inspeções em bocas de lobo, canaletas, depósitos móveis e imóveis, praças, terrenos baldios e outros locais que possam servir de criadouro do mosquito Aedes aegypti. Sempre que identificados, os focos são eliminados.


Também estão previstas inspeções zoossanitárias em colônias de pescadores e ações específicas no circuito da festa, incluindo a aplicação de inseticida de efeito residual, como forma de reforçar a proteção da população durante o evento.


Além do trabalho técnico, as equipes do órgão realizam ações educativas com comerciantes, moradores e visitantes, através da distribuição de panfletos e cartazes informativos. A proposta é reforçar a importância de medidas simples de prevenção, como evitar o acúmulo de água parada e manter o ambiente limpo, contribuindo para um evento mais seguro do ponto de vista sanitário.


De acordo com a coordenadora do CCZ, Isolina Miguez, as intervenções são estratégicas para a redução dos riscos à saúde. “As ações têm como objetivo identificar pontos críticos e eliminar focos de criadouros, evitando a proliferação  do mosquito transmissor das arboviroses”, destaca.


O Plano Verão Sem Mosquito tem como objetivo proteger a população contra doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Durante os meses mais quentes e chuvosos, entre outubro e março, são reforçadas ações de prevenção, orientação à população e eliminação de focos do mosquito em toda a cidade. Com a participação da comunidade e o apoio de novas tecnologias, as equipes trabalham para reduzir a circulação do mosquito e diminuir o risco dessas doenças.

 
 
 

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