Projeto gen-t do Brasil avança em Salvador reforçando compromisso social com saúde, ciência e inclusão
- 4 de fev.
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O Projeto gen-t do Brsil, a maior iniciativa de mapeamento genético do país, segue ativo em Salvador com uma missão que vai além da ciência: reduzir desigualdades históricas, ampliar o acesso à saúde e garantir que a diversidade do povo brasileiro esteja representada no futuro da medicina de precisão.
Idealizado e conduzido por cientistas brasileiros - entre eles a geneticista da USP Lygia da Veiga Pereira, referência internacional em genética humana - o projeto tem como objetivo mapear o DNA de 200 mil brasileiros para construir o maior banco genético da América Latina. A iniciativa busca preencher lacunas deixadas por séculos de desigualdades sociais que invisibilizam populações negras e indígenas na pesquisa científica.
“Conhecemos, dos nossos livros, como somos um país miscigenado. Nossa população é o resultado dessa mistura de DNA indígena, europeu e africano. Se a gente não conhecer o DNA brasileiro, a população brasileira não vai poder aproveitar essa grande medicina.”, destaca a geneticista Profa. Lygia V. Pereira, fundadora do projeto.
Salvador no centro da Ciência e da Inclusão
Em Salvador, cidade marcada por uma riqueza cultural única e por uma forte ancestralidade afro-brasileira, o gen-t reforça seu caráter social ao democratizar o acesso à saúde e produzir conhecimento sobre quem somos enquanto povo.
Além de oferecer exames de sangue e relatórios de saúde gratuitos, o projeto entrega aos participantes um mapa de ancestralidade, que revela aspectos importantes sobre suas próprias origens e ajuda no entendimento da composição da população brasileira.
Como participar
Moradores de Salvador e região podem participar voluntariamente e gratuitamente. Para se inscrever, é necessário:
Ter 18 anos ou mais;
Agendar a coleta pelo link oficial;
Responder ao questionário de saúde;
Comparecer ao local de coleta, no dia e horário agendados, com jejum de 8 a 12 horas.
Benefícios para os participantes:
Check-ups anuais com exames laboratoriais (hemograma, glicemia, colesterol, entre outros);
Relatórios de saúde com base em exames e questionário (relatório de risco cardiovascular e outros);
Relatório de ancestralidade genética (mapa de suas origens), entregue a partir do terceiro ano de participação
As coletas são realizadas no SENAI CIMATEC com equipe treinada e protocolos que garantem segurança, confidencialidade e consentimento livre e informado, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e normas éticas da pesquisa científica brasileira.





















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