MUDEIdeNOME encerra o Carnaval 2026 no Campo Grande reafirmando a força da pipoca raiz

Após duas apresentações marcadas pela adesão espontânea do público, pela repercussão positiva e pelo elogio ao repertório que resgata a essência do Carnaval de rua, o Movimento Musical MUDEIdeNOME volta ao Circuito Osmar nesta terça-feira (17), para encerrar a temporada momesca de 2026 com a sua PIPOCA DO MUDEI. À frente do pranchão, Ricardo Chaves, celebrando seus 45 Carnavais, ao lado de Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz, conduzem um desfile sem cordas que traduz a proposta central do projeto: devolver a festa à rua, fortalecer a identidade popular da Axé Music e exaltar o encontro direto entre artistas e foliões.
Nas saídas anteriores, o grupo evidenciou sua forte conexão com o público ao revisitar clássicos que atravessam gerações, como “O Bicho”, “Bota pra Ferver”, “Taba”, “Auê”, “Magia”, “Cometa Mambembe” e “Faraó”, transformando o percurso em um coro coletivo e espontâneo. Mais do que um repertório de sucessos, o que se vê é a reconstrução de uma tradição que conecta diferentes gerações ao Carnaval que consagrou a música baiana.
O MUDEIdeNOME se consolidou, em 2026, como um dos movimentos que melhor traduzem o espírito do Carnaval sem cordas: acessível, vibrante e ancorado na tradição. Ao fechar a programação no Campo Grande, eles reforçam seu compromisso com uma experiência de proximidade entre artistas e público, pilares que sustentam a trajetória da Axé Music e a identidade da folia de Salvador.
Sobre o MUDEIdeNOME
O MUDEIdeNOME é uma reunião de artistas, cantores, compositores, poetas e pensadores que fazem música com alegria e descontração. Formado por Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz, o projeto surgiu em 2013 com a proposta de diversão no palco, sem amarras mercadológicas, promovendo convívio, encontros e festas temáticas em Salvador. Considerado um manifesto de grandes histórias, eles exaltam a Bahia, a música e a valorização da cultura baiana. Ao longo dos anos, o MUDEI criou eventos de marca e forte identificação com o público, que se tornaram parte do calendário dos soteropolitanos, sempre celebrando a memória afetiva do Carnaval de Salvador.





















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